QUEM FOI SANTO AFONSO MARIA DE LIGÓRIO? PARTE 2


LIVRO A PRÁTICA DO AMOR A JESUS CRISTO
SANTO AFONSO MARIA DE LIGÓRIO

INTRODUÇÃO

Este presente opúsculo nos apresenta a exposição de um Deus infinitamente amoroso para com a obra de sua criação e temendo que esta obra se perdesse totalmente procura resguardá-la em seu caminho. Seu amor é tão grande que intriga as instituições poderosas da época, que impulsionadas ao pôr-lhe um fim, leva-o a morte.
A partir da obra A PRÁTICA DO AMOR A JESUS CRISTO de Santo Afonso Maria de Ligório, podemos perceber que o ponto de partida para o seu esboço teológico é o AMOR. Este se dar de forma mais concreta no evento salvífico: Paixão-Morte-Ressurreição. Portanto, o itinerário que podemos perceber que nosso santo autor utiliza nessa obra e que, consequentemente, deve ser o de toda a sua vida rumo a santidade é: a contemplação do amor de Jesus Cristo pela humanidade por meio da sua Paixão-Morte (sofrimentos, angústias, alegrias, solidão, abandono, calúnias, etc.).
Esta contemplação se fortifica por meio da entrega do corpo e sangue de Jesus Cristo como alimento (Sacramento da Eucaristia) para o perdão dos pecados, desde os que o entregaram e da humanidade futura. Depois percebemos o carinho especial que o santo autor tem para com a genitora desse alimento espiritual e salvífico.
Maria é destacada ao término dos capítulos como aquela que ainda acompanha, não só mais o seu Filho unigênito, mas os inúmeros filhos deste mundo. E por fim, nos apresenta, em seu itinerário espiritual que somente apoiados em nossa humanidade não conseguiremos o entendimento e a concretização do amor praticado por Jesus Cristo à humanidade. Precisamos praticar uma série de virtudes, que encontramos no ministério de Jesus Cristo.
Enfim, essa tentativa de compreensão está explicitada de forma suscita nestes dois capítulos que sucedem. No primeiro: o amor de Deus desde a criação para com o ser humano extrema-se na Paixão-Morte-Ressurreição de Jesus Cristo. Que demonstra seu amor na cruz e na doação como alimento na Eucaristia. No segundo: Maria, templo da obra da salvação e do mestre das virtudes a serem seguidas para se chegar a glória de Deus e seu Amor.

CAPÍTULO 1
AMOR SACRAMENTAL

1.1– Mistério Pascal

O ser humano, segundo Santo Afonso, deve reconhecer toda a sua estrutura pessoal, a saber, humana e espiritual (corpo/alma) em Deus e no seu mistério. Este, ao contemplar dentro de si, sua estrutura no mistério de Deus, irá perceber que não existe outro ou ninguém tão merecedor de tão grande sublimação, contemplação e meditação que sobreponha tão grandessíssima dedicação.
E como podemos aproximarmos desse mistério? Como se dar esse mistério? É possível entendê-lo? Quais as exigências necessárias para corresponder a esse mistério? Há um caminho a ser seguido? Há provas de que esse caminho ou seguimento é proveitoso e satisfaz a pessoa?
Esse mistério que Santo Afonso nos apresenta é o mistério pascal da vida de Jesus Cristo, ou seja, sua Paixão-Morte-Ressurreição. Segundo nosso autor, todo dotado, por um imenso amor ao ser humano, que nos é inexplicável e impossível de nos assemelhar a tão grande amor. Pois, ele é o amor.

Deus diz ao homem: “Olhe, fui eu o primeiro a amar você. Você não estava ainda no mundo. O mundo nem existia, e eu já o amava. Eu amo você desde que sou Deus. Amo você, e desde que amei a mim mesmo, amei também você!”[1].

            Deus nos ama de forma tão incomensurável que a única ou o mínimo que podemos fazer é tentar corresponder a esse amor. Deus em seu desejo de se auto-comunicar ao ser humano de forma mais concreta nos envia seu Filho, como remédio, em socorro as nossas misérias. Jesus Cristo passa fazendo o bem: curas, milagres, prodígios, etc. Por essa postura enfrenta os opressores e poderosos, afim de que seu amor seja fincado num novo mundo por Deus (Pai) idealizado.
Já pressupondo as nossas interrogações (estrutura humana) acerca desse mistério (mistério de Amor), Jesus Cristo nos deixa como resposta as perguntas acima mencionadas e as omitidas em inúmeros corações e mentes da pessoa humana, o sacramento da Eucaristia, onde se contempla de forma divina essas três etapas da vida de Jesus Cristo: Paixão-Morte-Ressurreição.
Enfim, por ser um Deus-Amor, Ele quis se comunicar conosco, enviando seu Filho único para a demonstração do seu Amor para com o ser humano, a ponto de sofrer as consequências últimas do fechamento do próprio ser humano a esse amor. Mas prova-nos com a Ressurreição do seu Filho que o “prêmio/recompensa” para aqueles que testemunharem e viverem a prática desse amor é a vida eterna.

1.2– Sacramento da Eucaristia

Qual o sentido desse sacramento? Qual o valor deste sacramento para a vivência da Igreja? Qual sua utilidade para a vida de uma pessoa que se considera seguidora de Jesus Cristo?
Tendo Jesus Cristo estado nesse mundo, em nossa realidade corpórea, tendo vivenciado as nossas pobrezas humanas e espirituais, quis, sabendo que sua permanência aqui não seria para sempre, pois os desígnios de Deus já pressuponha como se daria o fim do seu ministério em nosso meio, deixa-nos um tesouro, ou seja, quis Ele, mesmo se afastando/retornando ao Pai, permanecer junto de nós.

Mas vós, Jesus, partindo deste mundo, o que nos deixastes em memória de vosso amor? Não uma veste, um anel, mas o vosso corpo, o vosso sangue, a vossa alma, a vossa divindade, vós mesmo, todo sem reservas. (...)[2].

A perpetuação da pessoa de Jesus Cristo em nosso meio na memorização e atualização de seu ato maior de Amor (Instituição da Eucaristia) pela humanidade faz cair, limpa a cegueira da nossa falta de fé que muitas vezes possibilita a nós ficarmos imbuídos de incredulidade a tão grande dádiva de Deus, na pessoa de seu Filho, em se doar por inteiro a nós, em seu corpo e sangue, para nosso alimento.
Jesus Cristo que antes na nossa condição humana, passara fazendo o bem, como vimos no item acima, continuará com suas curas, milagres, prodígios, etc. Agora não mais fisicamente mas através da comunhão do seu corpo e do seu sangue.

Primeiramente, como ensina o Concilio de Trento, a comunhão é o remédio que nos livra dos pecados veniais, e nos preserva dos mortais: “Remédio pelo qual somos livres das falhas cotidianas e preservados dos pecados mortais”.[3]

Temos, portanto, um Deus que ainda, mesmo diante das nossas limitações, quedas, fraquezas, misérias, enfermidades, impossibilidades, etc., não se esvazia no amor que tem por nós. Nos possibilita meios e oportunidades para estar ao nosso lado, não como um ser inoportuno, mas como o Deus amoroso que nos afaga com carícias e nos possibilita a paz que tanto procuramos desesperadamente, às vezes, em até lugares ou prazeres distantes do lugar e da pessoa verdadeira.
Enfim, não há exclusão ou privilégio de pessoas a tão grande dom e graça. Todos são convidados para a casa, o banquete do Senhor: homens, mulheres, crianças, adultos, velhos, brancos, negros, mulatos, índios. Bastam-nos apenas vestir a “roupa” adequada para nos tornar e conservar-nos perfeitos: imitar o Mestre, principalmente, da roupa da caridade (AMOR).

(...) “Duas espécies de pessoas devem comungar com freqüência: os perfeitos, para se conservarem na perfeição, e os imperfeitos, para chegarem à perfeição. (...)”[4]


CAPÍTULO 2
MISSÃO HUMANO-DIVINA

2.1 – Templo do Humano-Divino

Afirmamos muitas vezes no cotidiano que o intercâmbio entre Deus e a humanidade ora entra em sintonia ora fica fora de sintonia. Entretanto, Deus em seu profundo amor, não desiste de uma comunicação perfeita entre o humano e o divino.
Santo Afonso Maria de Ligório, no decorrer de seus escritos vai nos fazendo entender o plano de Deus para estar em meio a humanidade pecadora. Ao longo de toda a história da salvação percebemos o quanto Deus vai chamando homens (ser humano) de boa vontade e de corações abertos, mesmo com suas limitações, para seu projeto salvífico. Ao longo desse percurso, a obra de Deus vai sendo construída e desconstruída ao mesmo tempo. Incansável em seu amor por sua maior e mais bela criação, escolhe, entre os muitos homens (ser humano) uma mulher: humilde, bela, singela, doce, para ser o passaporte último, entre os homens e Deus.
Maria, para Santo Afonso Maria de Ligório, é o mais importante dos muitos instrumentos que podemos utilizar para buscar Jesus Cristo. Ao término dos capítulos desta obra, em que encerra com uma oração específica, de acordo com o tema abordado, clama por Maria, que venha sempre em seu auxílio para que a sua humanidade não se afogue nas tempestades da vida.
Enfim, de suas orações a Maria, podemos extrair, a partir dos títulos e evocações ao término de seus capítulos, as inúmeras posturas, atitudes, posicionamentos de Maria na história humana de Jesus Cristo, principalmente, de forma mais consistente na sua Paixão. Maria Mãe de Deus, da saúde, dos aflitos, dos pecadores, dos que sofrem injustiças, da esperança, da consolação, dos prazeres, da boa morte, das dores, da alegria, da glória, das vitórias.

2.2 – Virtudes

Assumir os ensinamentos de Jesus Cristo em nossa vida, é aderir uma vida que quer queiramos ou não, trilharemos, de forma mais branda, mas passaremos por essa tríade que Jesus Cristo passou: Paixão-Morte-Ressurreição.
Como então se daria essa semelhança a Paixão-Morte-Ressurreição de Jesus Cristo na nossa vida humana?. Poderíamos enumerar as inúmeras situações de sofrimentos que ao longo da nossa vida, vão nos sucedendo. Sofrimentos que nos fazem chorar, se sentir sozinhos, angustiados, excluídos, marginalizados, projetos desmoronados, etc. Da mesma forma no aspecto e sensação de morte. Ciladas que desestrutura a vida pessoal seja no campo social seja no espiritual, desemprego, perda de bens, patrimônio, falta de dignidade, etc. Mas, eis que em meio a esses desastres mortais, também experimentando a ressurreição. Projetos pessoais e profissionais explodindo de sucesso, o campo religioso em harmonia e equilíbrio, bem-estar, etc.
Mas como se manter sempre na glória? Como experimentarmos somente a Ressurreição? Jesus Cristo, que passou e nos apresenta o seu amor misericordioso, não nos poderia privar-nos das situações de sofrimentos e de morte? Esse bem-estar pleno, teremos somente na parusia. Santo Afonso Maria de Ligório nos adverte que precisamos estar bem claros e precisos das consequências da adesão ao Amor de Jesus Cristo.

É preciso sofrer com paciência todas as tribulações desta vida, as doenças, as dores, a pobreza, a perda dos bens, a morte dos parentes, as injúrias, as perseguições e tudo o que nos contraria. Estejamos persuadidos de que os sofrimentos desta vida são sinais do amor de Deus para conosco, e do seu desejo de nos ver salvos no céu. Compreendamos ainda que agradam mais a Deus as mortificações involuntárias enviadas por ele do que as voluntárias que são de nossa escolha.[5]

Por isso, o desempenho da nossa missão ao amor de Jesus por nós, nos requer de nós, segundo Santo Afonso, como primeira virtude: aceitar e sofrer as tribulações da vida com PACIÊNCIA.
Entretanto, para reagimos as situações que nos afligem, sejam produzidas por nós sejam efetivadas por outros a nós, a paciência somente não nos dar suporte para absolvermos ou para a consequência. É necessária a segunda virtude, dado por Santo Afonso, como meio de reparação e aceitação dos efeitos da tentativa de difusão do Amor de Jesus Cristo na humanidade: a MANSIDÃO.
Para isso, um dos aspectos de quem ama Jesus Cristo, adere esse amor na sua vida, se contenta com o que Deus lhe concede gratuitamente e o com o que vai adquirido, de forma lícita, os seus bens. Não se assoberba dos bens alheios e de todos os prazeres e privilégios que o mundo possibilita. Quem tem o Senhor em sua vida é capaz de exercer o DESAPEGO DAS RIQUEZAS.
Contudo, a vida do discípulo-missionário de Jesus Cristo precisa dar testemunho do seu amor para o mundo. Publicando e anunciando que o projeto que ora estamos apresentando não é um projeto humano, mas um projeto divino. E que a nossa vontade é insignificante em comparação A VONTADE DE DEUS. Esta é a que deve ser prevalecida.
Embora a imperfeição nos acompanhe, impregnada em nosso ser, ou seja, mesmo que venhamos a cometer as falhas no caminho do Senhor, o Ele mesmo que nos chama para tal missão. Se assim o faz, é porque nos conhece e sabe da nossa capacidade de superação, ou seja, de alcançarmos a perfeição. SER SANTO é o convite que Ele nos faz. Ele mesmo nos dar alguns meios (exercícios).

Eis os principais meios para se chegar à perfeição: Primeiro: evitar todo o pecado deliberado, mesmo leve. (...). Segundo: desejar chegar-lhe à perfeição dos santos e sofrer tudo para agradar a Jesus Cristo; (...). Terceiro: estar bem resolvido a atingir a perfeição. (...). Quarto: fazer cada dia duas horas ou, ao menos, uma hora de oração mental, e nunca omiti-la (...). Quinto: comungar mais vezes na semana, de acordo com o diretor espiritual. (...). Sexto: rezar continuamente. (...).[6]

Escapar das nossas obrigações não nos é possível, bem como as críticas. Quando em nome do Senhor desempenhamos a sua obra, nunca permitamos que a nossa auto-suficiência sufoque o os louvores que serão dados as bênçãos que serão derramadas. Pois, a HUMILDE dignifica e exalta o ser humano na presença de Deus.
Sabemos que a missão da qual o Senhor Jesus Cristo nos incumbiu não nos afasta do mundo, mas a partir das coisas do mundo que temos acesso, conhecemos e que servem de até mesmo sustentabilidade pessoal, deve concorrer para o bom êxito dos trabalhos da obra de Deus. Por isso, se tivermos que nos abdicarmos dos mesmos que o este exercício seja expressado como DESAPEGO DO CORAÇÃO.
A nossa imaturidade muitas vezes nos faz sair de nosso equilíbrio nos desencadeando em uma estado nervoso, que de forma incontrolável, nos faz agir de forma absurda e desmedidamente em relação as consequências de nossos atos ou ações. A PACIÊNCIA E A CALMA que tanto precisamos em meio a essas tribulações encontramos somente no Senhor, por isso, antes das tomadas e devidas decisões o busquemos para que Ele nos der a tranquilidade e nos acalme.
Somente assim, procurando o Senhor Jesus Cristo em nossas orações, pois, aí o podemos encontrar, interiorizaremos que até mesmo os obstáculos, ciladas, pedras que encontramos no caminho para o seu amor, servem de crescimento e provas se somos capazes de superá-las. ACEITAR A VONTADE DE DEUS, são para os que o buscam na intimidade.
Se aceitarmos a vontade de Deus em nossa vida como realidade precisa para uma vida equilibrada, AS TENTAÇÕES aparecerão. Estas tentarão nos desviar do caminho de santidade que ora trilhamos e que, consequentemente, passamos a incomodar aos transviados. Não devemos no envaidecer, mas nos gloriar no poder e ação de Jesus Cristo, porque do contrário, teremos que fazer uma PURIFICAÇÃO INTERIOR, e assim, no livrarmos dessa tentação maligna.
Enfim, a concretização de todas estas virtudes, concedidas a Deus para nós, exemplificadas pelo seu próprio Filho, Jesus Cristo, nos conduzirá um estado onde nos sentiremos satisfeitos por termos conseguido cumprir com a missão a nós confiada. Este VIVER BEM pressupõe alguns aspectos gerais da vida que logo, logo, experimentaremos.

Todas as coisas deste mundo acabam, os prazeres e os sofrimentos; mas a eternidade nunca tem fim. De que servem, no momento da morte, todas as grandezas deste mundo? Tudo o que nos vem de Deus, seja prosperidade ou adversidade, tudo é bom e para o nosso bem. É preciso deixar tudo para ganhar tudo. Sem Deus não se pode ter verdadeira paz. Só uma coisa é necessária: amar a Deus e salvar a alma. Só o pecado se deve temer. Perdido Deus, tudo está perdido. Quem nada deseja neste mundo, é senhor do mundo inteiro. Quem reza se salva, quem não reza se condena. Morra-se, mas se agrade a Deus. Custe o que custar, Deus nunca será caro. Para quem mereceu o inferno, todo o sofrimento é leve. Tudo sofre quem olha para Jesus na cruz. Tudo o que não se faz para Deus, transforma-se em sofrimento. Quem só quer Deus, é rico de todos os bens. Feliz de quem pode dizer de coração: Jesus, eu quero só a vós e nada mais. Quem ama a Deus, encontrará alegria em todas as coisas; quem não ama a Deus, em nenhuma coisa encontrará verdadeiro prazer.[7]


CONCLUSÃO

Mesmo tendo a oportunidade de meditar, contemplar e experimentar todos os dias o Mistério Pascal por meio da celebração da Santa Eucaristia, sempre nos é proveitoso o contato com obras e experiências de santos que tão bem são exemplos para a nossa potencialidade de concretização e busca da santidade.
Ao longo da leitura desta obra de Santo Afonso Maria de Ligório, além de perceber um certo exagero no pontuamento de seus temas, aos olhos do mundo moderno-contemporâneo, vejo que mesmo tendo a oportunidade de comungar do corpo e do sangue de nosso Senhor Jesus Cristo todos os dias, a profundidade e correspondência às exigências do AMOR de Jesus Cristo por mim, pela humanidade, ainda se encontra na superficialidade (confrontando com a realidade que vivemos atualmente, que nos requer mais audácia, principalmente, no testemunho).
A sacralidade do divino aos pouco vai sendo esmagada pelo prazer e meios que proporcionem um bem-estar na facilidade das coisas, sem sofrimentos, sacrifícios, renúncias, abdicações, canalizações, sublimações. Planos ou projeto totalmente divergentes ao projeto de Jesus Cristo e o Reino de seu Pai, nosso Deus. Este, não acontece, provas dadas pelo próprio Jesus Cristo, distantes de todos estes exercícios “indesejáveis”.
Enfim, vejo que a humanidade vivência uma eterna dicotomia, ora dar provas que existe uma consciência consistente que o Mistério Divino toma centralidade nas situações e decisões na vida humana, ora fecha as portas para qualquer tipo de possibilidade que comprove ou der brecha para que algo sobrenatural lhe sobressai ou ocupe uma posição de destaque na sociedade ou em sua vida. Cabe a nós, meros discípulos-missionários do Senhor Jesus, nos vestir da força, coragem que a contemplação e a comunhão do corpo e do sangue de nosso Senhor Jesus Cristo nos dar.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

LIGÓRIO, Santo Afonso Maria de. A Prática do Amor a Jesus Cristo. 20 ª edição. Aparecida-SP: Ed. Santuário, 1996.


[1] LIGÓRIO, Santo Afonso Maria de. A Prática do Amor a Jesus Cristo. 20 ª edição. Aparecida-SP: Ed.Santuário, 1996. p.12.
[2] Idem, p.25.
[3] Idem, p.32.
[4] Idem, p.34.
[5] Idem, p.241.
[6] Idem, p.243.
[7] Idem, p.249.

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