INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS

                            
Mateus(Mt), Marcos(Mc), Lucas(Lc) e João(Jo).

             A palavra Evangelho vem da língua grega e significa Boa Nova, Boa Notícia. Os Evangelhos proclamam como Boa Nova que Jesus é o Cristo, o Salvador. Trazem aquilo que as diferentes comunidades guardaram e refletiram sobre Jesus (Boa Nova do Pai e Boa Notícia da Salvação), sua pessoa, seus ensinamentos e suas atitudes, ou seja, narram as ações e as palavras de Jesus, mas do jeito que as diversas comunidades cristãs refletiram durante o passar do séculos. Evangelho também é o nome dado a escritos que trazem palavras ou narrativas sobre Jesus. Temos, na Bíblia, os quatro Evangelhos. Mas ainda existem outros como, o de Tomé, de Pedro, de Maria Madalena...
Os evangelistas, conforme uma profecia de Ezequiel (1,4-10). São representados por símbolos ou figuras: Mateus é representado pela figura de um Homem, porque começou a escrever seu Evangelho dando a genealogia de Jesus; Marcos pela figura de um Leão, porque começou a narração do seu Evangelho no deserto, onde mora a fera; Lucas pelo Touro, porque começou o Evangelho falando do templo, onde era imolados os bois e; João pela Águia, por causa do elevado estilo de seu Evangelho, que fala da Divindade e do Mistério Altíssimo do Filho de Deus.

           Mateus era cobrador de impostos em Cafarnaum, era também chamado Levi (2, 13-14) e foi convertido pessoalmente por Jesus para ser seu discípulo. Seu Evangelho é o primeiro da lista. É também o mais extenso. Foi escrito na região da Palestina, por volta dos anos 55-60, “em língua hebraica”, isto é, aramaico. Tal texto não existe mais. Mas dele foi feito um texto em grego. Essa redação em grego é dos anos 62-70. O Evangelho de Mateus é dirigido especialmente aos judeus convertidos ao cristianismo; por isso, tem o cuidado de mostrar que Jesus de Nazaré é o herdeiro das promessas feitas por Deus a Davi. Portanto, Jesus é o Messias anunciado pelos profetas.

Marcos chamado também João Marcos (At 15,27). Sua mãe Maria tinha uma casa em Roma. Ele é primo de Barnabé e discípulo de Pedro. Escreveu, provavelmente, seu Evangelho em Roma, entre os anos 60-64, antes da destruição de Jerusalém, que se deu no ano 70. O evangelista Marcos coloca em evidência os milagres de Jesus, depois deseja mostrar a bondade do Senhor e a sua divindade. Seu Evangelho foi escrito aos cristãos vindos do paganismo, portanto, de origem grega ou romana, foi o primeiro Evangelho a ser escrito. Foi escrito na língua grega.

Lucas nasceu em Antioquia da Síria, de família pagã. Converte-se por volta do ano 40. Estudou medicina e estava colocado entre as pessoas cultas do mundo grego-romano. Era discípulo de Paulo. Ele escreveu seu Evangelho como um historiador pelo ano 67. Lucas se dirige aos cristãos de origens pagãos e judeus. O objetivo do seu Evangelho é fortalecer os cristãos na fé. É o evangelista que mais fala sobre o nascimento e a infância de Jesus. Dá um destaque especial a misericórdia de Deus, contando as parábolas da ovelha, da moeda e do filho pródigo.

João é filho de Zebedeu (Mc 1,19), junto com seu irmão Tiago foi apóstolo de Jesus. Era pescador do Mar da Galiléia. João escreve não aos pagãos, mas aos cristãos. Quer mostrar a divindade do Mestre, o seu ministério invisível escondido num Deus feito Homem. Redigiu o Evangelho por volta do ano 90, em língua grega.
Por fim, os Evangelhos Mt, Mc e Lucas são chamados de Evangelhos sinóticos porque há muitas semelhanças entre eles. Exemplo: Mt 12, 9-14 ; Mc 3, 1-4; Lc 14, 1-6.

Fontes consultadas
Bíblia – PASTORAL (Editora Paulus).
Catecismo da Igreja Católica.
Conheça a Bíblia – Ivo Storniolo.


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HISTÓRIA DE ISRAEL


EXÍLIO E RESTAURAÇÃO (587-539 a. C.)

            A destruição de Jerusalém e o exílio subseqüente marcam a grande linha divisória da história de Israel. Chegara ao fim a antiga comunidade de culto nacional. Sua história, entretanto não terminou, apesar de tudo. No exílio e depois do exílio nasceu o Judaísmo. É tarefa muito difícil escrever a história de Israel. Nossas fontes bíblicas são as mais inadequadas.

O PERÍODO DO EXÍLIO (587-539 a.C).

A situação dos judeus depois de 587.

A ruptura da vida em Judá: O exército de Nabucodonosor deixou Jerusalém em ruínas. Todas as cidades, ou a maior parte, foram destruídas. Além dos que foram deportados para a Babilônia, milhares devem ter morrido nos campos de batalha, de fome ou doença, outros executados e fugitivos. A derrota de 587 deixou o território do antigo Estado do norte ileso. Antes de 721 a religião do norte de Israel tinha sido infiltrada por características pagãs e ainda mais diluída com misturas importadas por elementos assírios.

Os exilados na Babilônia: Os judeus que viviam na Babilônia representavam a nata política, eclesiástica e intelectual de sua terra. Jr 52, 28-30 afirma ser, para as três deportações (597, 587 e 582), uma soma de 4.600. Eram os que iriam formar o futuro de Israel. Ficaram em colônias especiais. Permitiam-lhes construir casas, dedicar-se à agricultura e ganhar o seu sustento. Alguns se envolviam em distúrbios. Os judeus no Egito e alhures: além dos levados à Babilônia, muitos judeus deixaram a pátria e foram para o Egito. Muitos deles fugiram para Moab, Edom e Amon. (Dt 28, 64).

O exílio e a religião de Israel

Tamanha calamidade sobre Israel não conseguiu exterminá-lo, acabar com a identidade do povo. Por quê? A religião, que lhe deu existência, mostrou-se capaz de tal prodígio. Isso com muita meditação e profundo reajuste. A natureza da emergência: Com a queda de Jerusalém o dogma sobre o qual se baseavam o Estado e o culto tinha recebido um golpe mortal, ou seja, entra-se em crise por causa da certeza da escolha eterna de Sião por parte de Iahweh e sua promessa de um culto e governo eternos. Por isso, a nação rejeitou as admoestações proféticas como tremendas heresias. Mas como explicar esses acontecimentos com Israel? Não seriam os deuses poderosos realmente? Alguns se questionavam assim, outros viam como a vontade de Iahweh (Lm 5, 7). Passaram por um choque cultural. Templos magníficos de deuses pagãos entre outras coisas levavam ao questionamento: Deus é o único e supremo Deus?

A tenacidade da religião de Israel: Jeremias e Ezequiel já haviam dado uma solução para o problema, uma explicação teológica do desastre nacional. O exílio seria um justo julgamento de Iahweh devido ao pecado da nação. O exílio poderia ser visto um expurgo que preparava Israel para um novo futuro. Afirmava-se, portanto, que Iahweh não estava longe dele, mesmo na terra do exílio (a visão religiosa de Israel era nacionalista – “como cantar os cantares do Senhor nesta terra estrangeira”). Mudanças começaram a surgir: a comunidade começava a ser marcada pela adesão a uma tradição e a uma lei. A observância do Sábado tornou-se cada vez mais o sinal distintivo do judeu fiel. (Jr 17, 19-27). Durante o exílio documentos e tradições do passado foram zelosamente preservados. As palavras dos profetas foram igualmente preservadas, oralmente e por escrito. As leis do culto, chamado código sacerdotal (P), bem como a narrativa sacerdotal do Pentateuco foram compiladas em forma definitiva mais ou menos pro esse tempo.

A esperança da restauração: alguns se resignaram com a vida da Babilônia; a parte principal não aceitava como definitiva. Os profetas anunciavam que a intenção de Iahweh era a restauração final de seu povo (Jr 32, 6-15). O exílio seria uma espécie de intervalo. O povo, saudoso, suspirava por Sião distante (Sl 137).

Os últimos dias do Império Babilônico

O Império era instável, e teve seu fim 25 anos depois da queda de Jerusalém. O fim do reinado de Nabucodonosor (m. 562): O maior inimigo externo era o rei medo Ciaxares, que foi aliado da Babilônia na destruição da Assíria, que construiu um Estado cuja capital era Ecbátana. Com a morte de Nabucodonosor, o poder da Babilônia declinou rapidamente. Em apenas sete anos, o trono foi ocupado três vezes por diferentes monarcas. Os babilônios se revoltaram contra o rei Nabonidus, contra sua política religiosa (o rei acabou, provavelmente, com o Festival de Ano Novo – clímax do ano litúrgico babilônio).

A ascensão de Ciro: o novo rei medo era agora Astíages, filho de Ciaxares. Houve uma revolta nesse império e, certamente, Nabonidus alegrou-se. O líder da revolta era Ciro, o persa, rei vasalo de Anshan (sul do Irã). Nabonidus apoiou Ciro, mas depois se arrependeria de tê-lo feito. Em 550 Ciro tomou o vasto Império Medo. Nabonidus aliou-se a Amasis, faraó do Egito. Tudo em vão. Em 547 ou 546 varreu a Alta Mesopotâmia, tirando do controle babilônico. A aliança com o Egito foi por terra e a Babilônia ficou só e indefesa.

Na véspera da libertação. Reinterpretação profética da religião de Israel

Estes acontecimentos suscitaram a maior excitação entre os judeus. Mas eles exigiam uma reinterpretação mais profunda da religião de Israel. A história passada de Israel e seu sofrimento presente podiam ser explicados à luz da vontade soberana de Iahweh? Exatamente antes de a tempestade cair sobre a Babilônia, levantou-se entre os exilados a voz de outro grande profeta, o maior de todos. Ele é chamado de o Segundo Isaías e daria à religião de Israel a adaptação necessária.

Iahweh, o único Deus, Senhor Soberano da história: a mensagem do novo profeta era de conforto para com seu humilhado e vencido povo. Iahweh teria aceitado a penitência de Israel e muito em breve, com uma ternura infinita, iria recolher seu rebanho e leva-lo para a pátria. Foi ele quem deu ao monoteísmo sempre implícito na religião de Israel sua expressão mais clara e mais consistente. Iahweh é um Deus de incomparável poder: criador de todas as coisas sem auxílio ou intermediário, nenhum poder terrestre lhe pode resistir. Satirizou com ironia selvagem os deuses pagãos como pedaços de madeira e de metal. Nada eram. (Is 44, 6; 45, 18). Teve a coragem de chamar Ciro de instrumento inconsciente de Iahweh para o restabelecimento de Sião. Convocou Israel a confiar neste Deus onipotente e criador. Declarou que algo novo estava para acontecer. Declarou que o domínio de Iahweh seria universal, estendendo-se também aos gentios. As nações reconheceriam Iahweh como Deus (Is 49, 6).

A RESTAURAÇÃO DA COMUNIDADE JUDAICA NA PALESTINA

O começo do novo dia

A Babilônia logo caiu diante de Ciro, rapidamente e com admirável facilidade. Dentro do Império havia pânico e extremas desavenças, províncias e territórios perdidos.  O golpe estava sendo desfechado. Os exércitos persas já tinham se concentrado na fronteira e, com a chegada do verão, desfecharam o ataque. A batalha decisiva se deu sobre o Tigre. Algumas semanas depois, Ciro entrou triunfalmente na cidade. Os babilônios esperavam mesmo mudança. Nem Babilônia nem qualquer outra cidade foram danificadas. Os soldados persas receberam ordens de respeitar a sensibilidade religiosa da população e evitar aterrorizar as pessoas.

A política de Ciro. O Édito de restauração: no primeiro ano de reinado, Ciro proclamou um decreto ordenando a restauração da comunidade judaica e do culto na Palestina. (Esd 1, 2-4). Ordenou que o fosse feito com despesas pagas pelo tesouro real e devolvidos os vasos trazidos por Nabucodonosor. Os judeus que ficaram na Babilônia ajudaram com contribuições. O intento de Ciro era permitir que os povos sujeitados, na medida do possível gozassem de autonomia cultural dentro da estrutura do império. O seu governo, embora burocrático, não era violento. Dava, quando possível, responsabilidade aos príncipes nativos. Uma vez que a Palestina está perto da fronteira egípcia, seria vantajoso para o rei ter uma leva de súditos leais.
A primeira volta: provavelmente, não foram muitos os que voltaram. A Palestina era uma terra longínqua e só os mais velhos lembravam, além de ser uma viagem difícil e perigosa. Muitos judeus já estavam bem sucedidos na Babilônia. Iniciou-se, de imediato, a reconstrução do templo e certo culto regular.

Os primeiros anos da comunidade da restauração

A situação mundial (538-522): não havia sinais de grandes mudanças prometidas pelo profeta. Não havia fluxo de judeus para Sião, Ciro e as nações não adoravam Iahweh. Ciro morreu e lhe sucedeu seu filho, Cambises, que anexou o Egito ao império, em 525. Os judeus egípcios não se queixavam do rei, já que ele poupou o seu templo em Elefantina.

A comunidade judaica. Anos de dificuldades e frustração: a situação era mais aflitiva. A comunidade era, no começo, muito pequena. Por volta de 522 a população de Judá não passava de 20 mil pessoas. Setenta e cinco anos mais tarde ainda seria, Jerusalém, uma grande ruína, populacionalmente. Sofriam com as estações, com perdas de colheitas, com fome e nudez. As obras do templo pararam. A preocupação era existência.

A emergência espiritual da comunidade: havia o perigo de a restauração vir fracassar. As esperanças do povo tinham chegado muito alto, mas a realidade era outra. Havia tensões econômicas, possivelmente resultantes da luta pela terra. Havia práticas sincretistas, muitos não eram mais javistas dedicados e fiéis. Havia dois segmentos opostos: a maioria dos exilados estavam impregnados dos elevados ideais proféticos e fiéis à tradição de seus pais; o outro lado, o grosso da população nativa, tinham absorvido muito do ambiente pagão e a religião não era mais o Javismo em sua forma pura. Como havia uma desilusão frente à promessa do profeta e à realidade que os cercava, o sincretismo crescia. A comunidade necessitava de um templo, mesmo que os profetas falassem de Deus como Aquele que nenhum templo cabe, superior a qualquer obra humana. A comunidade não poderia ficar indiferente à forma externa.

O acabamento do templo: Dezoito anos depois da vinda dos primeiros exilados, convenceram a população a retomar a obra. Quatro anos depois o templo estava terminado. A partir de 522 o império persa foi palco de uma série de rebeliões, o que fez desmembrá-lo. Houve muitas rebeliões e tomadas de poder nas províncias. Cambises suicidou-se. O Império Persa estava caindo aos pedaços. As esperanças adormecidas do povo de Israel despertaram. Seria agora o estabelecimento triunfante de Iahweh?

O despertar da era messiânica. Ageu e Zacarias: serviram-se dessa esperança para estimular o povo retomar a construção do templo. Ageu censurava a lassidão e a indiferença do povo em relação à casa de Iahweh, que jazia em meio a ruínas. Insistiu que se cortasse todos os contatos com os sincretistas religiosos da terra. (Ag 2, 10-14). Como Ageu, Zacarias via nas rebeliões correntes sinais da iminente intervenção de Iahweh. Incitava os judeus da Babilônia a voltarem para Sião, antes da ira de Iahweh. O término da reconstrução do templo era urgente, pois lá devia ser a sede do domínio real de Iahweh. O Espírito de Deus ajudaria a concluir a obra (Zc 4, 6b-10a).

É claro que Ageu e Zacarias afirmavam a realização das esperanças inerentes à teologia oficial do estado pré-exílico. Suas palavras eram inflamadas, altivas e perigosas, a ponto de os líderes do povo terem medo de que o conteúdo chegasse ao conhecimento do Império. O templo foi acabado em 515 e foi consagrado com grande alegria (Esdras 6, 13-18). O templo, patrocinado pelo império, oferecia orações e sacrifícios para o rei. As esperanças anunciadas por Ageu e Zacarias não se concretizaram. O trono de Davi não foi restabelecido e a época da promessa não teve sua aurora. Parece que Judá continuou como uma grande espécie de comunidade teocrática, sob autoridade do Sumo Sacerdote Jesus e de seus sucessores, administrado como subdivisão da província de Samaria. Vendo suas esperanças por terra, talvez tenham sentido a mais profunda desilusão.

Por fim, é bem verdade que alguns vêem a história do Antigo Testamento como uma história de Salvação sim, mas com desilusões e fracassos. No entanto, a história do Antigo Testamento assume um novo significado para os cristãos, pois se trata de uma parte de um drama histórico rela e redentor que tem a sua conclusão em Cristo, por Cristo, e por causa de Cristo.


FONTE CONSULTADA:

BRIGHT, John – História de Israel – Editora Paulus – São Paulo – Brasil – 2003.

DROLET, Gilles – Compreender o Antigo Testamento: um projeto que se tornou promessa – Editora Paulus – São Paulo – Brasil – 2008.

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VIVER OS DEZ MANDAMENTOS


Este lembrete é para nos dizer que nada adianta saber, isto é, decorar se não vivemos.   Tudo o que aprendemos aqui na catequese temos que viver e espalhar para os outros. Por exemplo: Amar a DEUS sobre todas as coisas.  O que adianta decorar, se no domingo em vez de participar da Missa prefere ficar dormindo?

As leis de DEUS são cumpridas hoje? (pausa) Não? Por quê? (pausa) Cite um exemplo (o jornal, revistas, falta de amor entre as pessoas, etc.). Hoje tem alguém que é escravizado? (pausa) (pessoas sem direito a estudar, sem hospital, abandonados, etc.)

Temos líderes, isto é, pessoas que estão à frente como Moisés? (pausa) Temos! (creches, associações, igrejas, médicos, etc.).  Cada um de nós é chamado a ser um líder.

Interiorização: Abra seu coração e reflita um pouco como está a sua vida, de que precisas renunciar? O jeito de você melhorar é assumir verdadeiramente DEUS  em sua vida. Convido a você a se entregar como uma criança se entrega nos braços de sua mãe, como uma vítima, por exemplo, de câncer se entrega nas mãos do médico.  O médico arranca os nódulos cancerosos, procurando todos os gânglios, exterminando-os e acabando com todas as suas ramificações para o bem do doente, é assim mesmo que convido você se entregar.  O que será que você precisa renunciar hoje? Algum objeto de estimação (livro, superstição, falsas religiões, etc) O que vem na sua memória agora para se renunciar? (perdão, calúnia, furtos, etc).

Deixa DEUS fazer uma obra nova em você, imagina-se que você seja um vaso todo rachado... Rachado por tantas coisas... Deixa-se modelar pelas mãos amorosas do PAI.  Ler Is 43,3-5 “pois eu sou o Senhor....”

E por que tudo isso? O Senhor quer te resgatar neste encontro. Ele o ama demais. Mas para isso você precisa ser firme. Não é ficando na coluna do meio, não é cedendo a tantas coisas. Eis o pedido do nosso DEUS a satanás: “Devolve-os! Não os retenhas!” “Traze meus filhos das longíquas paragens e minhas filhas dos confins da terra” Is 43,6.

Encerrar o encontro com oração espontânea e a música: A Vossa Palavra Senhor.
Conhecemos os Mandamentos da Lei de DEUS. Para que você possa sair daqui com a certeza que poderá ser fiel a eles, vamos gravar no coração com carinho:

Os Mandamentos da Lei de DEUS são como sinais que DEUS coloca em nosso caminho e nos ajudam a viver como filhos de DEUS. Os mandamentos da Lei de DEUS nos mostram a imagem que deve ser o homem segundo o coração de DEUS. Os mandamentos da Lei de DEUS são sabedoria e felicidade de DEUS prometida aos homens.
ORAÇÃO - DEUS meu Pai, JESUS sempre relaciona amor com o cumprimento dos mandamentos. Alguém poderia contradizer, porque mandamento é lei, e a idéia de lei parece não combinar com amor. Entanto combina muito bem, porque JESUS resumiu todos os mandamentos num mandamento único de amor: “Amar a DEUS sobre todas as coisas e ao próximo como amamos a nós mesmos”. Acima de tudo ele coloca o amor para convosco, Senhor, porque sois a fonte mesma do amor. Só depois é que podemos pensar no amor entre nós. Que eu vos ame assim, e assim seja por vós amado. Amém

Motivação para o próximo encontro: NO próximo encontro utilizaremos uma imagem para recordar uma grande pessoa. Que pessoa será essa? Ela é um o cumprimento de uma promessa “porei inimizade...” Lembram?

Fontes consultadas
Bíblia – PASTORAL (Editora Paulus).
Catecismo da Igreja Católica.
Apostilas Mater Ecclesiae (Dom Estevão Bettencourt).
Revista BRASIL CRISTÃO.
Revista ECOANDO editada pela Paullus.
FOLHA CATEQUÉTICA (Centro Pastoral Popular).
Fé, Vida e Comunidade - (exemplar do Catequista), editado pela Paulus.
Conheça a Bíblia – Ivo Storniolo.
Livro: Perguntas que o povo faz – Frei Mauro Strabeli.
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10º MANDAMENTO DA LEI DE DEUS


10º - Não cobiçar as coisas alheias, isto é,
as coisas que pertencem a outros – (Ex 20,17).

Cobiça é “Desejo veemente e imoderado de possuir; ganância; ambição de riquezas”. A razão deste mandamento é clara e profunda: o coração do homem deve estar livre de toda a espécie de vínculos, pois só assim será capaz de amar a DEUS com plenitude. (ex: Jovem Rico – Mt19-16-30)

JESUS nos mostra repetidas vezes o motivo profundo para viver este preceito: onde está o teu tesouro aí está o teu coração (Mt 6,21), de maneira que não se pode servir a dois senhores – a DEUS e ao dinheiro (Mt 6,24).

Devemos ter liberalidade – é a virtude que regula o amor pelas coisas materiais, e nos dispõe a utilizá-las segundo a vontade de DEUS – pois DEUS quando criou tudo, designou o homem a dominá-las e não o contrário.

Devemos evitar a prodigalidade que é o vício que leva ao abuso no modo de dispor do dinheiro, gastando-o inconsiderada e decididamente.  Comprar algum bem por um preço menor para aproveitar situação difícil de outrem é falta grave. 

Fontes consultadas
Bíblia – PASTORAL (Editora Paulus).
Catecismo da Igreja Católica.
Apostilas Mater Ecclesiae (Dom Estevão Bettencourt).
Revista BRASIL CRISTÃO.
Revista ECOANDO editada pela Paullus.
FOLHA CATEQUÉTICA (Centro Pastoral Popular).
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9º MANDAMENTO DA LEI DE DEUS


9º - Não desejar a mulher do próximo – (Ex 20,14).

O nono mandamento proíbe a concupiscência carnal: “Todo aquele que olha para uma mulher com desejo libidinoso já cometeu adultério com ela em seu coração” Mt 5,28. E a luta para vencê-la passa pela purificação do coração e a prática da temperança. Em Mt 5,8 “Bem-aventurados  os puros de coração, porque verão a DEUS”. Esta purificação passa por três campos: a caridade, a castidade e a retidão sexual.

Se um homem e uma mulher estão comprometidos entre si e com os filhos, não podem abandonar a família para juntar-se com outra pessoa.  Por isso, é muito importante amar de verdade e escolher bem o seu esposo ou esposa com que vai se casar para evitar depois a separação e o divórcio.  Este mandamento pede aos pais e mães que se respeitem e se amem. Até desejar viver com outro homem ou com outra mulher é pecar contra este mandamento e contra o 6º mandamento Mt 18-19.

Fontes consultadas
Bíblia – PASTORAL (Editora Paulus).
Catecismo da Igreja Católica.
Apostilas Mater Ecclesiae (Dom Estevão Bettencourt).
Revista BRASIL CRISTÃO.
Revista ECOANDO editada pela Paullus.
FOLHA CATEQUÉTICA (Centro Pastoral Popular).
Fé, Vida e Comunidade - (exemplar do Catequista), editado pela Paulus.
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8º MANDAMENTO DA LEI DE DEUS


8° Mandamento - “Não levantarás falso testemunho
contra teu próximo” (Ex 20,16).

Qual é a importância do oitavo mandamento?   Como dizem os comentaristas esportivos, “a regra é clara”: quem quer viver bem não levante falso testemunho. Esta formulação nos recorda a situação característica do tribunal, em que é necessário levantar testemunhos para fazer a justiça.

Quem já sofreu uma falsa denúncia, ou se viu despido de seus direitos porque alguém testemunhou falsamente a favor de seu adversário, sabe da gravidade de um ato como esse. O falso testemunho pode destruir a vida do inocente. É um ato de extrema leviandade, comparável a uma agressão física ou até pior que isso.
Mais chocante ainda é o caso de tantos inocentes que, ao longo da história, sofreram injusta pena de morte por causa de testemunhos,  a começar do próprio JESUS (Mc14,55-57).

O problema não é apenas a mentira, mas sim a injustiça que se faz por meio dela.   Devemos evitar mentir por brincadeira. Pois quem aprende a mentir por brincadeira, achando que isso não tem nada de mal, pode mais adiante achar “normal” mentir por outros motivos. Mesmo quando não parece haver nada de mal nisso.

Dizer sempre a verdade não implica ter franqueza absoluta o tempo todo. Nem sempre a franqueza é oportuna. Às vezes, é melhor calar e esperar o momento certo de falar. 

Este Mandamento quer promover que o amor à verdade se torne a base do relacionamento entre as pessoas.  É pecar contra este mandamento: Mentir, difamar, maledicência, intriga, revelar os segredos que nos foram confiados, falar mal dos outros, fazer juízos falsos e precipitados, dar testemunho falso contra o próximo.   JESUS nos exorta assim: “Dizei somente sim, se é sim: não, se é não.” Mt 5,37. Concluir este mandamento com a leitura de Jo8, 44-48.

Por fim, este mandamento nos proíbe de caluniar, isto é, falar mentiras sérias que prejudicam a vida das pessoas e da comunidade.  Inventar mentira para tirar proveito é pecado muito grave.

Fontes consultadas
Bíblia – PASTORAL (Editora Paulus).
Catecismo da Igreja Católica.
Apostilas Mater Ecclesiae (Dom Estevão Bettencourt).
Revista BRASIL CRISTÃO.
Revista ECOANDO editada pela Paullus.
FOLHA CATEQUÉTICA (Centro Pastoral Popular).
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7º MANDAMENTO DA LEI DE DEUS


7° Mandamento – “Não furtarás” Ex 20,15

Este Mandamento ordena fazer bom uso dos bens terrenos e proíbe tudo o que atente contra a justiça em relação com esses bens.  Furtar é “subtrair fraudulentamente; roubar; falsificar; apresentar como seu” (aquilo que é de outrem).

É pecar contra o 7° Mandamento: Aceitar ou comprar coisas sabendo que são furtadas, causar prejuízo a outrem de propósito, cobrar juros excessivos, usar das leis trabalhistas sem o devido direito ou interpretá-la mau para tirar proveito, subornar e sonegar impostos “Dai a César o que é de César e DEUS o que é de DEUS” Mt22,21.

Ficar com coisas achadas sem procurar o dono, planejar  furto, causar prejuízo de propósito ou por negligência, deixar de pagar dívida,  não reparar  danos causados.

Enquadra-se neste mandamento, tudo aquilo que deveríamos dar a outrem, por obrigação ou caridade e não fizemos, como por exemplo:  praticar atos de caridade (domingo do quilo) e pagar um justo salário (ex: assinar a carteira de trabalho). Em relação a este mandamento, JESUS vem nos falar que devemos ser ricos para Ele e não para nós mesmos. (Cf Lc 12,13-21) E, devemos nos lembrar que “somos pó e ao pó retornaremos”, assim sendo, nada levaremos do que ajuntamos na terra.

Este mandamento também nos convida a respeitar as coisas dos outros.  Todos devem trabalhar para conseguirem suas coisas.  Existem várias maneiras de roubar: Quem não paga o salário justo para as pessoas. O comerciante que rouba no peso. Aumentar o preço das coisas.  O empregado que não faz o trabalho direito, passa o dia enrolando no trabalho, estragar coisas que pertencem a todos, por exemplo: quebrar orelhão, jogar lixo na rua.

Por fim, as faltas cometidas contra o 7º mandamento exigem reparação, isto é, devolver o equivalente ao prejuízo antes de aproximar do Sacerdote para se confessar. Caso não possa fazê-lo pedir orientação ao confessor - ver a atitude de Zaqueu em Lc 19,8.

Fontes consultadas
Bíblia – PASTORAL (Editora Paulus).
Catecismo da Igreja Católica.
Apostilas Mater Ecclesiae (Dom Estevão Bettencourt).
Revista BRASIL CRISTÃO.
Revista ECOANDO editada pela Paullus.
FOLHA CATEQUÉTICA (Centro Pastoral Popular).
Fé, Vida e Comunidade - (exemplar do Catequista), editado pela Paulus.
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Livro: Perguntas que o povo faz – Frei Mauro Strabeli.
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6º MANDAMENTO DA LEI DE DEUS


6 º - Não pecar contra a castidade:
Ex 20,14, ICor6,13,  lCor13,19 e lCor6,18.

Um dos momentos mais difícil da catequese é a explicação do sexto mandamento. Pois muitos pensam que o assunto está ultrapassado, já que a mídia e os costumes estão cada vez mais liberais com relação ao sexo. Outros cometem o absurdo de demonizar  prazer e sexo, como se fossem pecados em si. O que não é verdade!
O pior é que, para uns e outros, castidade é sinônimo de não ter relação sexual. O que também não é bem verdade. Há pessoas que não têm relação, mas nem por isso são castas. O contrário também é válido. Castidade tem a ver com sexo, mas vai além dele.
Castidade é integridade, pureza  auto-estima. A pessoa casta respeita si mesma, não se deixa usar pelos outros. Preocupa-se com sua própria saúde tanto física como mental. Por isso, tem cuidado com sua alimentação, higiene, e descanso, lazer, espiritualidade, relações afetivas...   A castidade é uma atitude de cuidado, amor e respeito da pessoa consigo mesma.  O pecado contra a castidade é a agressão, com ou sem a colaboração de outras pessoas. Toda situação que traga danos à moral incluindo aí relações sexuais sem respeito mútuos é contra a castidade, falta de higiene corporal e mental, uso de álcool e drogas, direção perigosa, fanatismo, venalidade, tudo isso é contra integridade física/moral da pessoa.
Como vemos, o mandamento resume em sua formulação uma variedade de situações que não podem ser reduzidas ao sexo fora do casamento. Muitas outras atitudes em si mesmas boas —- comer, beber, divertir-se, malhar —- tornam-se desumanas quando feitas de forma inadequada. A Tradição da lgreja ensina que sexo é bom entre marido e mulher. Sexo com qualquer um e fora do contexto permitido é que deixa de ser saudável e pode se tornar problema. Ser casto implica aprender a justa medida das coisas e desenvolver atitudes de equilíbrio, autocontrole e, acima de tudo, auto-estima.
Então: Castidade significa a integração da sexualidade na pessoa. Inclui a aprendizagem do domínio pessoal. Entre os pecados gravemente contrários à castidade citamos: a masturbação, a fornicação (adultério), a pornografia e as práticas homossexuais (masculinas e femininas). O adultério e o divórcio, a poligamia e a união livre (maritalmente, isto é, viver como marido e mulher sem serem casados) são ofensas graves contra o 6º mandamento, pois é um pecado contra a pureza do corpo. A união entre o homem e a mulher é realizada somente pelo Sacramento do Matrimônio. DEUS não fez o homem e a mulher para ficarem sozinhos. (cf Gn2,18)  Por isso, é natural que o homem e a mulher gostem de ficar juntos.  Eles precisam um do outro para formar uma família. Mas precisamos ter clareza quando e como vamos utilizar deste direito.
O amor humano precisa ser purificado, amadurecer e ir mais além de si mesmo, para poder ser plenamente humano, para ser princípio de uma alegria verdadeira e duradora, para responder àquela exigência de eternidade que leva dentro de si e à qual não pode renunciar sem se trair. Para a Igreja o sexo é algo querido por DEUS, se não o fosse ele não seria parte da natureza humana. O que a Igreja prega é a abstinência sexual antes do casamento. A Igreja entende que o ato sexual é reservado aos casados. Mas isso não quer dizer que o ato sexual é visto como mal pelos católicos.
Vejamos o que diz o Catecismo da Igreja Católica, documento oficial que resume a doutrina católica: "Os atos com os quais os cônjuges se unem íntima e castamente são honestos e dignos. Quando realizados de forma verdadeiramente humana, significam e favorecem a mútua doação pela qual os esposos se enriquecem com o coração alegre e agradecido. A sexualidade é fonte de alegria e de prazer. O próprio Criador estabeleceu que nesta função (i.é, de geração) os esposos sentissem prazer e satisfação do corpo e do espírito. Portanto os esposos não fazem nada de mal em procurar este prazer" (CIC, parágrafo 2362).
Fica claro que a Igreja vê o sexo como algo belo, desde que realizado corretamente. Já o celibato é a renúncia de uma vida matrimonial para se buscar uma vivência mais forte do evangelho, dedicando-se exclusivamente à causa de Cristo. Isto também é muito bem visto pela Igreja e foi o caminho escolhido pelos padres, bispos, freiras, etc. À exemplo de JESUS. “E a Igreja recorda que: o amor conjugal, ou seja, a sexualidade orientada ao matrimônio, que implica que todo ato que acontece fora do contexto sacramental não possa ser apreciado”. Dom Dimas Lara
“Falando em castidade. É evidente que a constituição psicológica do homem e da mulher exige mútua complementaridade. Quando DEUS vivo e verdadeiro ocupa, viva e completamente, um coração virgem, nesse caso deixam existir necessidades complementares, porque o coração está ocupado e “realizado” completamente. Mas, quando DEUS, de fato, não ocupa completamente um coração consagrado, então nasce imediatamente a necessidade de com plementaridade.
Os freudianos (psicanálise) estão radicalmente incapacitados de entender o mistério da virgindade, porque sempre partem de um pressuposto materialista e, por conseguinte ateu. Não têm autoridade, falta-lhes a “base” da experimentação e, por conseguinte. “rigor científico”, para entender a “realidade” (virgindade “em” DEUS) que é essencialmente inacessível, e mesmo inexistente para eles
A virgindade sem DEUS - sem um DEUS vivo e verdadeiro — é um absurdo humano, sob qualquer ponto de vista. A castidade sem DEUS é sempre repressão e fonte de neurose. Mais claramente: se De não está vivo em um coração consagrado, nenhum ser normal neste mundo pode ser virgem ou casto, pelo menos no sentido radical desses dois conceitos. Só é capaz de despertar harmonias imortais no coração solitário e silencioso de uma virgem. Dessa maneira, DEUS, sempre prodigioso, origina o mistério da liberdade. O coração de um verdadeiro virgem é, essencialmente, liberdade. Um coração consagrado a DEUS em virgindade — e habitado de verdade por sua presença — nunca vai permitir, não “pode” permitir que seu coração fique dependente de alguém.
Esse coração virgem pode e deve amar profundamente. mas permanece sempre senhor de si mesmo. E isso porque seu amor é fundamentalmente um amor oblativo e difusivo. O afeto meramente humano pode esconder diferentes e camufladas doses de egoísmo, tende a ser exclusivo e possessivo. É difícil, quase impossível, amar a todos quando se ama uma só pessoa. O amor virginal tende a ser oblativo e universal. Só a partir da pIataforma de DEUS podemos desdobrar as grandes energias, oferecidas ao Senhor, para com todos os irmãos. Se um virgem não abre suas capacidades afetivas a serviço de todos estamos diante de uma vivência frustrada e, conseqüentemente, falsa da virgindade.
É por isso que a virgindade é liberdade, Um coração virgem não pode permitir que pessoa alguma domine ou absorva esse coração, mesmo quando amar e for amado profundamente por DEUS é liberdade nele. É possível que o sinal inequívoco da virgindade esteja nisto: não cria e dependências nem fica dependente de ninguém. Aquele que é livre — virgem — sempre liberta, amando e sendo amado. É DEUS quem realiza esse equilíbrio. Assim foi JESUS.
Se DEUS é o mistério e a explicação da virgindade, poderíamos concluir que, quanto mais virgindade, mais plenitude de DEUS, e mais capacidade de amar. Maria é cheia de graça porque é plenamente virgem. A virgindade, além de liberdade, é plenitude.
Maria é uma profunda solidão - virgindade — povoada completamente pelo Senhor DEUS. DEUS a completa e acalma. O Senhor nela habita plenamente. “Essa figura humana que aparece nos evangelhos, tão plena de maturidade e de paz, atenta e serviçal para com os outros, é o fruto da virgindade vivida na perfeição”. O Silêncio de Maria – Inácio Larranaga
Enfim, para este mandamento é bom citar outras faltas tais como: falar palavrão, usar roupas apertadas ou curtas demais. (Diante da sociedade) Olhar ou ler revistas que tem cenas de homens e mulheres nus, emprestar estas coisas aos outros, casar somente por interesse financeiro é pecado grave.

Ser casto é ser fiel ao seu estado de vida, isto é, se é casado, viver como casado fiel ao seu cônjuge, se é solteiro, viver como solteiro.

Fontes consultadas
Bíblia – PASTORAL (Editora Paulus).
Catecismo da Igreja Católica.
Apostilas Mater Ecclesiae (Dom Estevão Bettencourt).
Revista BRASIL CRISTÃO.
Revista ECOANDO editada pela Paullus.
FOLHA CATEQUÉTICA (Centro Pastoral Popular).
Fé, Vida e Comunidade - (exemplar do Catequista), editado pela Paulus.
Conheça a Bíblia – Ivo Storniolo.
Livro: Perguntas que o povo faz – Frei Mauro Strabeli.
Site do Santuário Nossa Senhora Aparecida – Evangelizando (Meditação do Dia)
Site do Convento Santo Antonio – RIO TOTAL/BOANOVA/
Pedro, Discípulo e Pastor – Prado Flores.
O Manual da Felicidade – O Sermão da Montanha - Pe. Alberto Gambarini.


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SEMINARISTA SEVERINO DA SILVA.

5º MANDAMENTO DA LEI DE DEUS


5º - Não Matar - Ex 20,13

Este Mandamento nos diz respeito à vida.  A vida humana pertence a DEUS, pois somente Ele é o autor da vida.  Toda vida humana, desde o momento da concepção até a morte, é sagrada porque a pessoa humana foi querida por si mesma à imagem e à semelhança do DEUS vivo e santo.  O assassinato de um ser humano é gravemente contrário à dignidade da pessoa e à santidade do Criador.

Desde a concepção a criança tem direito à vida. O aborto direto, isto é, o que se quer como um fim ou como um meio, é uma “pratica infame”, gravemente contrária à lei moral.  Podemos citar também outros tipos de aborto, por exemplo: “fingir” não saber que está abortando,  tomando remédios fortes para forçar a menstruação... A regulação da natalidade representa um dos aspectos da paternidade e da maternidade responsáveis.  A legitimidade das intenções dos esposos não justifica o recursos a meios moralmente inadmissíveis, por exemplo a esterilização direta ou a contracepção. 

“A vida humana é sagrada, e deve ser protegida, da concepção até a morte natural. E qualquer autoridade que atente contra a vida, ainda mais a vida de um inocente, exorbita de sua competência, e suscita a indignação ética de quantos independentemente de sua religião, acreditam na dignidade do ser Humano – Dom Dimas”. Neste mandamento inclui-se também a eutanásia voluntária, sejam quais forem as formas e os motivos, constituem um assassinato.  O suicídio é gravemente contrário à justiça, à esperança e à caridade. Enfim, tem vários tipos de mortes.

Inclui neste mandamento outras formas de matar, sem tirar a vida diretamente, tais como: falar mal dos outros; A língua é um meio muito eficaz para matar, o olhar, julgar, freqüentar lugares perigosos.  Devemos zelar pela saúde, procurando tratamentos adequados, não usar drogas, fumar exageradamente, fazer uso de bebidas alcoólicas até embriagar-se.  Na direção de automóveis. Salários injustos aproveitando da situação do outro. Usar métodos anticoncepcionais não aprovados pela Igreja (pílula, diu, diafragma, ligadura de trombas e vasectomia, ou seja, a Igreja tolera somente o método natural para evitar a procriação).  É o Método de Ovulação Billings.  É bom ressaltar que o pecado é do casal.
O Método natural é ensinado no Instituto Pró-Família que tem sua filial em Igrejas. Procure-se informar. Os médicos geralmente também o conhecem. Veja uma pequena explanação no capítulo intitulado PLANEJAMENTO FAMILIAR.

Fontes consultadas
Bíblia – PASTORAL (Editora Paulus).
Catecismo da Igreja Católica.
Apostilas Mater Ecclesiae (Dom Estevão Bettencourt).
Revista BRASIL CRISTÃO.
Revista ECOANDO editada pela Paullus.
FOLHA CATEQUÉTICA (Centro Pastoral Popular).
Fé, Vida e Comunidade - (exemplar do Catequista), editado pela Paulus.
Conheça a Bíblia – Ivo Storniolo.
Livro: Perguntas que o povo faz – Frei Mauro Strabeli.
Site do Santuário Nossa Senhora Aparecida – Evangelizando (Meditação do Dia)
Site do Convento Santo Antonio – RIO TOTAL/BOANOVA/
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O Manual da Felicidade – O Sermão da Montanha - Pe. Alberto Gambarini.


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