ESPIRITUALIDADE LITÚRGICA

Espiritualidade litúrgica
Oração e exercícios Piedosos

·        A vida Espiritual é a vida interior, é a vida no Espírito rumo a configuração a Jesus Cristo sob a ação do Espírito Santo. Rm 8,29. A liturgia é a origem e fim desta vida, portanto fala-se de Espiritualidade litúrgica.
·        A liturgia não engloba a vida Espiritual, há a oração pessoal, a participação litúrgica, e a situação dos exercícios piedosos do povo cristão.

I.                   A espiritualidade Litúrgica
·        Consiste na participação, no exercício do sacerdócio de Cristo nas celebrações litúrgicas (Jô 4,23;Rm 12,1)

1.     Espiritualidade da Igreja
·        A espiritualidade litúrgica é a espiritualidade da Igreja, da qual as escolas de espiritualidade têm como substrato comum os mistérios da Salvação oferecidos na liturgia, através da Palavra, dos sinais sacramentais.

2.     Características
·        Bíblica
·        Cristocêntrica e pascal
·        Mistagogica
(Ler pág. 483 – 484)

II.               Espiritualidade Litúrgica e oração Pessoal
·        A vida interior realmente prepara, acompanha e prolonga as atitudes que se desenvolvem na liturgia.

1.     Piedade litúrgica e piedade particular

·        A liturgia é o que pertence a toda a Igreja. E os exercícios piedosos, todos os demais atos religiosos comunitários ou individuais.
·        Ambas as formas e piedade estão relacionadas entre si, embora se distingam realmente e na prática não devem ser confundidos.

2.     Necessidade da Oração Pessoal
·        A liturgia não exclui a oração pessoal, mas convida os fiéis cristãos a se dedicarem no colóquio com o Pia, como Jesus e como a Igreja Primitiva.
·        Há uma complementaridade e riqueza na ração pessoal e liturgia.

III. A liturgia, escola de oração.
·        A liturgia, espiritualidade da Igreja é uma verdadeira “escola de oração” que introduz e faz progredir na oração cristã, na perspectiva da mistagogia. A liturgia é, como em outros aspectos “fonte e cume” da vida cristã.
·        As vezes não é fácil harmonizar na prática a oração pessoa e a prece litúrgica, pos a liturgia ao é entendida como espaço de encontro com o Senhor, e na dicotomia entre práticas de piedade e celebração.
1.     Função mistagógica e oração
·        Introduzir os fiéis progressivamente e gradualmente no mistério filial dos crentes através da oração. E a liturgia é lugar modelo desta introdução misterica.

2.     Meios pra introduzir na oração
·        A Palavra de Deus
·        Os ritimos ou tempos da oração
(ler citação 488 -489)

IV Os exercício piedosos

·        Esses atos têm muito a ver com o que hoje se chama piedade popular ou catolicismo popular. E é outra forma de nutrir a vida de oração. Estas devem exprimir um instinto evangélico e uma sabedoria humana e que enriqueça a vida cristã. Nem sempre foram fluidas as relações entre uma e outra.

1.     Legitimidade
Os princípios nos quais se baseiam as relações entre liturgia e os exercícios piedosos aparecem formulados pela primeira vez na encíclica Mediator Dei, de Pio XII. (ler citação p. 490 – 491)

2.     Conveniência
·        E estimulada pela Igreja a espiritualidade das devoções, com prudência e equilíbrio vendo as normas da Igreja.
(Ler citação P. 491 – 49)

3. Renovação
* Para conseguir esses ideias é necessário renovar alguns exercícios de piedade de acordo com a liturgia. Os critérios são:
·        Orientação Bíblica
·        A orientação litúrgica
·        A orientação ecumênica
·        Orientação antropológica

FIQUEM NA PAZ DE DEUS!
SEMINARISTA SEVERINO DA SILVA.

(ler citação 492 – 493)

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