O APÓSTOLO PAULO

PAULO DE TARSO, O APÓSTOLO DOS GENTIOS

Resumo biográfico e informativo:

            Em grego Paulos, derivado do latim "Paulus", que quer dizer pequeno. Nome do grande apóstolo dos gentios. O nome judaico anterior era Saulo; no hebreu, Shaul, no grego, Saulos; assim denominado nos Atos dos Apóstolos, mesmo até depois da conversão de Sérgio Paulo, procônsul de Chipre, At 13. 9. Daqui a diante, só tem o nome de Paulo, que ele a si mesmo dá em todas as suas cartas. Não é de estranhar que alguns pensem que tomou este nome do procônsul Sérgio. Isto, porém, não é de modo algum aceitável, tendo em vista o modo gentil pelo qual Lucas o apresenta, dando-lhe o nome gentílico de Paulo, quando começou a sua obra de apóstolo dos gentios.  É mais provável que, acompanhando o costume de muitos judeus, At 1. 23; 1Z. 12; C1 4. 11, e principalmente os judeus da dispersão, o apóstolo usasse de ambos os nomes.
Havia nascido em Tarso, cidade principal da Cilícia, At 9. 11; 21. 39; 22. 3, e pertencia à tribo, de Benjamim, Fp 3. 5. Não se sabe como é que a sua família foi residir em Tarso. Uma antiga tradição afirma que ele havia sido levado de Giscala na Galiléia, pelos romanos, depois que tomaram este último lugar. É possível, pois, que a família de Saulo em tempos anteriores, tivesse fixado residência em Tarso, em alguma das colônias que os reis da Síria estabeleceram ali ou que tivesse imigrado voluntariamente, como faziam muitos judeus por motivos de ordem comercial. Parece que Paulo tinha relações familiares de alto valor e de grande influência.
Pela leitura de At 23, 16 sabe-se que "um filho de sua irmã", que provavelmente morava em Jerusalém com sua mãe, deu informações ao tribuno sobre a conspiração tramada contra a vida de Paulo. Dá isto a entender que este moço pertencia a alguma das famílias importantes da cidade, o que parece confirmado pelo fato de Paulo haver presidido à morte de Estevão. É provável que já fosse membro do concílio, At 26. 10, pois que não tardou a receber comissão do sumo sacerdote para perseguir os cristãos, 9. 1, 2; 22. 5. Os seus dizeres na epístola aos Filipenses (3, 4-7) autorizam-nos a crer que ocupava posição de grande influência que lhe dava margem para conseguir lucros e grandes honras.
As suas relações de família não podiam ser obscuras. Apesar de receber uma educação subordinada às tradições e às doutrinas da fé hebraica, e de ter pai fariseu, At 23., ele era cidadão romano. Ignora-se por que meios havia alcançado este privilégio; teria sido por serviços prestados ao estado ou talvez por compra. De qualquer modo que seja, dava-lhe grande importância na seqüência de seu trabalho cristão, e serviu mais de uma vez para salvar-lhe a vida.
            Tarso era centro intelectual do oriente onde existia uma escola famosa e onde dominava a filosofia estóica. É possível que Paulo crescesse ali sob estas influências. Seus pais, fiéis à lei mosaica, o mandaram logo para Jerusalém para ser educado. A semelhança de outros rapazes da mesma raça, tinha de aprender um ofício, que no seu caso, foi o de fazedor de tendas, das que se usavam nas viagens. Como ele mesmo diz, 22. 3, foi educado em Jerusalém, para onde o mandaram, quando muito jovem. A educação consistia principalmente em fixar nele as tradições farisaicas. "Foi instruído conforme a verdade da lei de seus pais". Teve como preceptor um dos mais sábios e notáveis rabinos daquele tempo, o grande Gamaliel, neto do ainda mais famoso Hilel.
O seu discurso já referido demonstra que ele não possuía o espírito intolerante e perseguidor, característico da seita dos fariseus. Celebrizou-se por seus vastos conhecimentos rabínicos. A seus pés o jovem Saulo, vindo de Tarso, recebeu as lições sobre os ensinos do Antigo Testamento, porém já se vê, de acordo com as sutilezas e interpretações dos doutores, que acenderam no espírito ardente do jovem discípulo, um zelo feroz para defender as tradições de seus antepassados. Assim, pois o futuro apóstolo tornou-se fariseu zeloso, disciplinado nas idéias religiosas e intelectuais de seu povo. Por este modo, as suas qualidades pessoais, o seu preparo intelectual, e, talvez ainda, as relações de família, preparavam-lhe posição de destaque na sociedade judaica. Por isso aparece no cenário da história cristã, como presidente da execução de Estevão o protomártir do Cristianismo.
A sua posição neste caso, não queria dizer que estivesse investido de funções oficiais. De acordo com os dizeres da passagem referida acima, ele apenas era consentidor na morte de Estevão. Contudo, vê-se claramente que perseguia com ardor os primeiros cristãos. Sem dúvida, entrava no número daqueles helenistas, ou judeus que falavam o grego, mencionados nos Atos dos Apóstolos 6, 9, que promoveram a acusação contra Estevão. Não se erra ao dizer que o ódio de Paulo contra a nova seita já estava aceso.
Ele não só desprezava o crucificado Messias, como considerava os seus discípulos um elemento perigoso, tanto para a religião como para o Estado. Não é para admirar que fosse tão feroz o seu ódio a ponto de promover-lhes o extermínio. Logo após o martírio de Estevão, tomou parte ativa, dirigindo o movimento de perseguição contra os cristãos, At 8. 2, 3- 22. 4; 26. 10, 11; 1 Co 15. 9; Gl 1. 13; Fp 3. 6; 1 Tm 1. 13. Fazia tudo isto guiado por uma consciência mal informada.
Não satisfeito com a perseguição devastadora que fazia em Jerusalém, pediu cartas ao príncipe dos sacerdotes para as sinagogas de Damasco com o fim de levar presos para Jerusalém quantos achasse desta profissão, At 9. 1, 2. Os romanos davam largos poderes aos judeus para exercerem a sua administração interna. O governador de Damasco que obedecia à direção do rei Aretas, era particularmente favorável aos judeus, 9. 23, 24; 2 Co 11. 32, favorecendo por este modo a perseguição de Paulo aos cristãos.

A Conversão:

            Nota importante a observar segundo o testemunho expresso de Lucas e do próprio Paulo, é que respirava ameaças de morte contra os discípulos de Jesus até ao momento da sua conversão (por volta dos anos 33 ou 34 d.C), crendo que assim fazendo prestava grande serviço a Deus. Não tinha dúvida alguma quanto à justiça da sua empresa, nem sentia desfalecimento de coração por executá-la. Foi no caminho de Damasco que se deu a repentina conversão. Paulo e seus companheiros provavelmente iam a cavalo, como era costume nas viagens pelos caminhos desertos da Galiléia para a antiga cidade. Como sabemos o relato do episódio, no final, Paulo confessou a sua fé em Jesus, recobrou a vista, e recebeu o batismo; e dai em diante, com energia e com grande espanto dos judeus, começou a pregar nas sinagogas que Jesus era o Cristo, Filho de Deus vivo. Tal é a narrativa da conversão de Saulo de Tarso.  
É importante lembrar que há três narrativas deste fato nos Atos; uma feita por Lucas 9. 3-22 outra pelo próprio Paulo, diante dos judeus, 22. 1-16 e outra pelo mesmo Paulo, diante de Festo e Agripa, 26. 1-20. As três narrativas combinam-se entre si, posto que todos os incidentes se achem em cada uma delas. Em todo caso, cada uma foi escrita com referência ao fim que o narrador tinha em vista. Em suas epístolas, o apóstolo alude freqüentemente à sua conversão, atribuindo-a à graça e poder de Deus, ainda que não a descreve em minúcias, 1 Co 9. 1-16, 15. 8-10 G1 1. 12-16, Ef 3. 1-8, Fp 3. 5-7, 1 Tm 1. 12-16, 2 Tm 1. 9-11. Este fato, pois, é atestado pelo testemunho mais forte possível. É certo também que Jesus, não somente falou a Paulo, mas também lhe apareceu, At 9. 17, 27; 22. 14; 26. 16; 1 Co 9. 1.
Não se diz de que forma; com certeza foi de modo tão glorioso, que o apóstolo conheceu logo que era o Jesus crucificado que lhe falava; e ele chama a isto, "visão celestial" At 26. 19, ou um espetáculo, palavra esta empregada em Lc 1. 22, 24. 23 para descrever o aparecimento de entes celestiais. Contudo, o aparecimento de Cristo não foi à causa da conversão de Saulo, e sim a obra do Espírito Santo no coração, habilitando-o a receber e aceitar a verdade que lhe havia sido revelada, G1 1. 15. Foi o mesmo Espírito que convenceu a Ananias e que o levou a impor as mãos e a unir à igreja nascente o novo convertido.


Primeiras viagens após a conversão:

            Em Gálatas 1, Paulo apresenta seu itinerário após a conversão para mostrar que não aprendeu de nenhum apóstolo a doutrina cristã: Damasco (At.9.8), Deserto da Arábia – Gál. 1.17 , Damasco – Gál 1.17, Jerusalém – 3 anos depois da conversão, onde esteve 15 dias com Pedro – Gál. 1.18. Seu objetivo nesse ponto era deixar claro que não esteve com Pedro tempo suficiente para aprender com ele as doutrinas do cristianismo, Síria e Cilícia - Gál. 1.21 – Esteve, por aproximadamente 10 anos, morando em sua cidade natal, Tarso. Talvez tenha passado esse período sozinho. Tinha sido rejeitado pela família, pelos judeus e encontrava dificuldades entre os cristãos, pois estes tinham receio dele. Por suas epístolas, entendemos que muitos não aceitavam seu apostolado pelo fato de não ter vivido com Jesus. Em Atos 1, na hora de escolher o substituto de Judas Iscariotes, Pedro apresentou os requisitos: o candidato deveria ter acompanhado Jesus desde o batismo de João até a ressurreição (At.1.21-22).
Portanto, se Paulo estivesse ali, não seria escolhido para ser apóstolo, Antioquia – Por fim, Barnabé foi até Tarso à procura de Paulo e logo depois o conduziu a Antioquia da Síria, onde passou a participar da igreja (At.11.25-26). Antioquia foi o oásis de Paulo. Barnabé foi aquele irmão de que Paulo tanto necessitava para introduzi-lo no convívio cristão. Em Antioquia Paulo permaneceu um ano, Jerusalém – Depois disso, Paulo foi a Jerusalém com Barnabé e Tito a fim de levar a ajuda enviada pelos irmãos de Antioquia (At.11.27-30). Era então o ano 47 ou 48, 14 anos depois de sua conversão, conforme Gálatas 1.18 e Antioquia – Paulo volta para Antioquia, que passou a ser um tipo de "quartel-general".


A Evangelização dos Gentios:

            Pedro iniciou a evangelização dos gentios em Atos 10, mas isso não foi algo natural para ele que era um judeu de Jerusalém. Somente após um arrebatamento, uma visão e uma palavra direta de Deus, é que Pedro admitiu a idéia de pregar aos gentios. Paulo, porém, era um judeu romano. Isso facilitava sua visão rumo aos povos não judeus. Deus o escolheu para essa missão: ser apóstolo aos gentios (At.22.21; Gál. 2.2,8). Nas cidades em que chegava Paulo normalmente ia primeiro às sinagogas (At.13.13-14, 42-48; 14.1; 17.1-2). Ainda não havia igrejas ou templos cristãos nesses lugares. Por outro lado, ele ainda honrava os judeus com a primazia no anúncio da fé cristã. Entretanto, eles não viam por essa ótica. As pregações nas sinagogas terminavam com a revolta dos judeus. Paulo era expulso, agredido e muitos queriam até apedrejá-lo. Desse modo, ocorria um escândalo em público, mas a essa altura, alguns judeus já haviam se convertido. Até as disputas em praça pública eram proveitosas para que os gentios ouvissem a palavra de Deus. Com esse grupo de convertidos se formava a igreja e as reuniões mudavam de local (At.18.4-7).


As Viagens de Paulo:


PRIMEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA
entre os anos 47 e 49 (At.13 e 14)

            Paulo esteve durante algum tempo participando da igreja em Antioquia. Esta cidade era muito importante. Chegou a ser uma grande metrópole ainda nos tempos dos reis gregos da Síria, os selêucidas. Após a conquista por Roma, continuou como capital da província e ali se encontravam os governadores romanos. Era bela, com muitos palácios e templos, dentre os quais se destacava o Santuário de Apolo. Nessa cidade havia uma grande colônia judaica, correspondendo à sétima parte da população. Estando reunido com os irmãos em Antioquia, Paulo recebeu uma direção do Espírito Santo para empreender sua primeira viagem missionária juntamente com Barnabé. Partiram então, levando João Marcos. Eis o roteiro da primeira viagem missionária de Paulo: Antioquia da Síria; Ilha de Chipre (Salamina e Pafos); Antioquia da Psídia; Icônio, Listra, Derbe; Perge; Antioquia da Síria. No meio da viagem, Marcos abandonou o grupo e voltou para Jerusalém. Por esse motivo, Paulo não quis levá-lo em sua próxima viagem (At.13.13).


TERCEIRA VISITA A JERUSALÉM

            Após a primeira viagem missionária, Paulo faz sua terceira visita a Jerusalém, por volta do ano 49. Nessa oportunidade ocorre a famosa discussão dos apóstolos sobre o que deveria ser exigido dos gentios convertidos no que se refere à observância da lei mosaica. (At.15)


SEGUNDA VIAGEM MISSIONÁRIA 
Entre os anos 50 e 52 d.C. (At.15.40 a 18.22)

            Terminado o concílio de Jerusalém (At.15), Paulo e Barnabé voltaram para Antioquia, levando consigo Judas, chamado Barsabás, e Silas. Alguns dias depois (At.15.36), Paulo inicia sua segunda viagem missionária, em companhia de Silas, com o principal propósito de visitar as igrejas estabelecidas nas cidades anteriormente visitadas. Eis o roteiro da segunda viagem: Antioquia da Síria; Cilícia; Listra; Frígia; Galácia; Trôade; Macedônia/Grécia: Filipos; Tessalônica; Beréia; Acaia; Atenas; Corinto; Éfeso; Jerusalém; Antioquia da Síria. Em Listra, Timóteo entrou na equipe de Paulo. Em Trôade foi a vez do médico Lucas. Paulo ficou um ano e meio em Corinto, ocasião em que estabeleceu a igreja. Daí escreveu aos Tessalonicenses.


TERCEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA
Entre os anos 53 a 58 d.C. (At.18.23 a 20.38)

            Tendo ficado "algum tempo" em Antioquia (At.18.23), Paulo parte para sua terceira viagem missionária. O apóstolo muda então sua "base" para Éfeso, que passa a ser sua cidade de retorno. Ali esteve durante dois anos (At.19.10). O versículo mencionado diz que toda a Ásia foi evangelizada naquele período. Portanto, parece certo que Paulo fez diversas viagens às cidades da Ásia Menor, voltando sempre para Éfeso. O itinerário da terceira viagem foi: Antioquia da Síria, Galácia, Frígia, Éfeso, Macedônia, Grécia, Trôade, Mileto, Tiro e Cesaréia.


VIAGEM A JERUSALÉM

            Percebe-se na história de Paulo seu amor pela cidade de Jerusalém (At.20.16). Agora, esse amor se dirigia, mais especialmente, aos cristãos daquela cidade. Ali chegando, o apóstolo foi recebido com alegria pelos irmãos. Vinha trazendo uma oferta para eles (I Cor.16.3; II Cor.9; Rom.15.25; At.21.17). Afinal, todo o receio contra o ex-perseguidor estava dissipado. A igreja havia finalmente abraçado o apóstolo. Contudo, a fúria dos judeus continuava crescendo contra aquele que consideravam um traidor da pátria e da religião judaica. Com esse espírito de ódio, os judeus prenderam Paulo em Jerusalém e o espancaram. O grande tumulto que se formou chamou a atenção das autoridades romanas, que prenderam Paulo. Aproveitando a oportunidade, o apóstolo pediu para falar à multidão que se ajuntou. Nesse momento, ele deu seu testemunho de conversão até ser interrompido por aqueles que queriam sua morte (At.22.1-22).

As prisões:


PRISÃO EM CESARÉIA

            Os judeus de Jerusalém decidiram matar Paulo. Por isso, as autoridades romanas o conduziram em segurança até Cesaréia, onde esteve preso durante dois anos (At.23.23 a 26). Nesse período, ele se apresentou as várias autoridades: ao governador Félix e sua mulher Drusila, ao governador Pórcio Festo, sucessor de Félix e ao rei Agripa e sua mulher Berenice. Diante deles, o apóstolo proferiu suas defesas, que foram verdadeiros testemunhos e pregações do evangelho. Estas autoridades não viam motivo para matar Paulo. Resolveram então devolvê-lo aos judeus para que eles mesmos resolvessem o problema. Diante dessa possibilidade, Paulo, sabendo que os judeus o matariam, apelou para César, ou seja, o imperador Nero.

PRISÃO EM ROMA

            Sendo cidadão romano, Paulo tinha o direito de ser julgado em Roma. Foi então enviado para lá. Afinal, convinha que chegasse à capital do Império e ali pregasse o evangelho (At.19.21; 23.11). Após uma viagem conturbada e um naufrágio, Paulo finalmente chega a Roma (At.27). Ali permanece preso em uma casa alugada por ele mesmo durante dois anos (At.28). Nesse tempo, pregou o evangelho a todos quantos se interessavam por ouvi-lo.

A MORTE DE PAULO

            As últimas palavras bíblicas sobre a vida do apóstolo Paulo encontram-se em At.28 e II Tm.4.6-8. Informações extra-bíblicas dão conta de que ele teria sido solto em 63 d.C.. Talvez tenha visitado a Espanha e outros lugares (de acordo com epístola de Clemente, Cânon Muratoriano e Atos de Pedro). Finalmente, a tradição nos informa que o apóstolo Paulo foi preso e decapitado pelo imperador Nero em 67 d.C.


Resumindo a cronologia da vida de Paulo:

Data aproximada
Fato ou localidade visitada
Ano 1 d.C.
Nascimento de Paulo
Ano 33 ou 34 d.C.
Conversão
Entre 33 e 36
Deserto da Arábia
Ano 36
Primeira visita a Jerusalém
Entre 36 e 46
Síria, Cilícia (principalmente Tarso)
Entre 46 e 47 (Atos 11.25-26)
Antioquia da Síria
47
Segunda visita a Jerusalém
47
Antioquia da Síria
47 a 49
Primeira viagem missionária
49 (Atos 15)
Terceira visita a Jerusalém
50 a 52
Segunda viagem missionária
53 a 58
Terceira viagem missionária
58
Quarta visita a Jerusalém
58 a 59
Prisão em Cesaréia
60 a 62
Prisão em Roma
63 a 66
Liberdade e viagens diversas (???)
67
Morte em Roma

AS CARTAS DE PAULO

PAULO ESCRITOR?
            Paulo não foi primariamente um escritor, mas um rabino convertido na célebre "Visão de Damasco" (Act 9,1-19; 22,4-21; 26,9-18) que percorreu muitos milhares de quilômetros anunciando de cidade em cidade o "Evangelho" da morte e ressurreição de Jesus. Não lhe interessou narrar à vida de Jesus nem sequer os seus milagres. As Cartas eram o único meio ao seu alcance para comunicar com as comunidades recentemente formadas. Entre as Cartas autênticas de Paulo estão, assim, os primeiros escritos cristãos que chegaram até nós. Há, pois, uma íntima relação entre as Cartas e a geografia das primeiras comunidades cristãs dos anos 50-60. Os Doze, que viviam em Jerusalém e viajaram muito pouco, na sua maioria não sentiram a necessidade de escrever Cartas. Podiam responder oralmente às pessoas e à comunidade. Daí o caráter geralmente circunstancial destes escritos, que não tinham propósitos propriamente teológicos. Paulo era, antes de mais, um missionário: "Ai de mim, se eu não evangelizar!" (1 Cor 9,16). A Carta aos Romanos é a mais evidente a este respeito; Colossenses e Efésios preocupam-se mais com a teologia da Igreja do que com os problemas. Tudo isto nos manifesta quais eram os problemas e as necessidades das primeiras comunidades cristãs, tanto judaicas como helenistas, às quais Paulo respondeu a partir do Evangelho. Um exemplo de tudo isto é o fato de Paulo falar apenas uma vez da Eucaristia (1 Cor 11,17-34), para responder aos abusos que havia na comunidade de Corinto.


GÊNEROS LITERÁRIOS E ESTRUTURA:

            Por tudo o que acabamos de referir, as Cartas de Paulo encerram gêneros literários bem diferentes: desde o tratado teológico sobre a fé, da Carta aos Romanos, até ao simples bilhete a Filémon, passando pela multiplicidade temática de 1 e 2 Coríntios. Estes gêneros literários devem-se, sobretudo, ao circunstancialismo das suas Cartas, mas também ao temperamento arrebatado de Paulo, unido à sua espiritualidade de convertido. Não podemos ainda esquecer os métodos da exegese rabínica em que Paulo era mestre, por ter freqüentado a escola de Gamaliel, assim como a linguagem própria de um semita. As grandes antíteses de conteúdo teológico de Paulo são: Vida-Morte, Carne-Espírito, Luz-Trevas, Sono-Vigília, Sabedoria-Loucura da Cruz, Letra-Espírito, Lei-Graça (2 Cor 3,1-16).
            As Cartas de Paulo têm uma estrutura própria deste gênero literário:

 - Saudação
: Paulo dirige-se a determinada comunidade cristã e saúda-a, por vezes longamente, desejando-lhe os bens cristãos em que aparece, com freqüência, a fórmula trinitária. Nesta saudação encontra-se já um resumo da fé cristã. Corpo da Carta: Aqui desenvolve a sua doutrina, faz as suas exortações e responde aos problemas e questões da comunidade. Esta parte constitui a quase totalidade da Carta e mostra-nos qual o seu objetivo.  E Conclusão: Por vezes, é bastante extensa e contém várias saudações e ações de graças de origem litúrgica (ver Fl 4,2-23).


TEOLOGIA:

            O conteúdo teológico das Cartas de Paulo é variado: escatológico, ou seja, a doutrina que se refere aos últimos acontecimentos da História da Salvação; soteriológico, sobre o papel de Deus e do crente na salvação, por meio de Cristo; cristológico, o lugar central de Cristo na realização do plano salvador de Deus; eclesiológico, o papel que Deus confiou à Igreja, por meio de Cristo, para a realização do seu plano de salvação integral da humanidade. Paulo elabora ainda a Tradição ("parádosis"), a partir de temas tradicionais do judeu-cristianismo ou do helenismo. Recolhe hinos, por exemplo, imprimindo-lhes um cunho pessoal. A sua teologia está em contínua elaboração. Por isso, não podemos esperar dele uma teologia plenamente estruturada, nem no seu conjunto nem acerca de qualquer tema especial.
            O modo como Paulo utiliza o Antigo Testamento lembra a sua formação rabínica. Nas 13 Cartas encontramos 76 citações formais introduzidas com as fórmulas próprias: "Como diz a Escritura", "Como está escrito". Algumas citações do AT são feitas com grande liberdade (Rm 10,18: Sl 19,5; Ef 4,8: Sl 68,19), como acontece, por vezes, no Evangelho de Mateus. Um processo de interpretação é partir retrospectivamente de Cristo para o AT, fazendo uma interpretação de Cristo como novo Adão (Rm 15,12) ou novo Moisés (1 Cor 10,2). Neste caso, o Antigo Testamento está repleto de figuras e profecias do Novo.

Resumo das Epístolas Paulinas:
Divisões das Epístolas Pauilnas
Tema: Doutrina e Prática;
± 1300 palavras;
Às Igrejas = Romanos, I e II Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, I e II Tessalonicenses;
Aos Indivíduos = I e II Timóteo, Tito e Filêmon.
Cartas Circulares/Impessoais = Gálatas e Efésios.
Ordem de escrita:
- Depois da 1a viagem = Gálatas.
- Na 2a viagem = I e II Tesssalonicenses.
- Na 3a viagem = Romanos, I e II Coríntios.
- Na Prisão = Efésios, Filipenses, Colossenses e Filêmon

Estrutura das Epístolas Paulinas
Saudação: Todas possuem.
Agradecimentos: Todas possuem, exceto I Tm e Tt; I e II Co.
Doutrina: Todas possuem.
Aplicação Prática: Todas possuem.
Saudação Pessoal: Todas possuem, exceto II Co e I Tm; Gl e II Ts.
Doxologia: Todas possuem.
Características das Epístolas Paulinas
Doutrina/Formal: Rm; Gl e Ef.
Dura: II Co e Gl; I Co.
Afetuosa: Fp.
Autobiográfica: II Co; Gl.
Triste e Vitoriosa: II Tm.
Prática: Rm e I Co; Ef e Fp.
Grupo de Igrejas: Gl e Ef.
Fatos Importantes das Epístolas Paulinas:
Romanos
Þ   É a maior de todas as epístolas;
Þ   Paulo dá o padrão (modelo) das suas epístolas: Saudação, Agradecimento, Doutrina, Dever, Saudação, Bênção;
Þ   Ë a epístola mais formal e que não contém nenhuma admoestação motivada por erro específico;
Þ   Pode ser considerada a "Constituição da Vida Cristã".
Þ   Possui um clima/cena de tribunal.
I Coríntios
Þ   É uma das cartas paulinas mais práticas;
Þ   Apesar de tantos dons, a igreja estava dividida e repleta de problemas;
Þ   É uma das cartas mais lógicas e ordenadas do N.T.
Þ   A frase "a respeito de" ou "quanto a" (grego: "" introduz novos assuntos;
Þ   Liberdade cristã não é libertinagem.
II Coríntios
Þ   Talvez seja a mais pessoal e mais emocional;  É a que contém menos estrutura e menos doutrina;
Þ   Paulo revela a sua angústia através do estilo usado no livro;
Þ   Paulo recebe diversas acusações falsas de seus inimigos;
Þ   O livro termina com a bênção que atualmente termina a maioria dos cultos.
Gálatas
Þ   É a única carta escrita para um grupo de igrejas;
Þ   Gálatas e Romanos possuem muitos temas em comum (Justificação pela graça e não pela lei, etc.);
Þ   Defende a autoridade apostólica de Paulo;
Þ   A carta não contém ações de graças e nenhuma palavra de recomendações
Þ   Adverte repetidas vezes outros evangelhos;
Efésios
Þ   É a mais impessoal de todas as cartas de Paulo;
Þ   Explica a natureza da nossa luta contra o inimigo;
Þ   Dá a filosofia do ministério dos líderes da igreja;
Þ   Temas: igreja, dons espirituais, oração, graça, paz, etc.
Filipenses
Þ   É a carta mais afetuosa das epístolas paulinas;
Þ   A igreja mandou ajuda material (financeira) para Paulo duas vezes em Tessalônica;
Þ   Não contém nenhuma citação direta do A.T.;
Þ   Foi em Filipos que o Evangelho entrou na Europa;
Þ   Contém o resumo da filosofia de vida de Paulo;
Þ   Temas: Unidade, humildade, amor, alegria, evangelismo e oração;
Colossenses
1.     É semelhante a Efésios (o Corpo da Cabeça);
Efésios
Colossenses
A Igreja de Cristo
O Cristo da Igreja
A Igreja - o Corpo
Cristo - o Cabeça
Posição do crente
Primazia de Cristo
Prática do crente
Prática do crente
Enfatiza: sabedoria, mistério, plenitude e conhecimento
Enfatiza: sabedoria, mistério, plenitude e conhecimento
Unidade em Cristo
Plenitude em Cristo
3.     O livro de maior ênfase à pessoa de Cristo do N.T.;
4.     Não há nenhuma citação do AT.;
I Tessalonicenses
Þ   Não há nenhuma citação do A.T.;
Þ   Mesmo o ministério sendo novo Paulo ensina muito sobre escatologia;
Þ   Cada capítulo termina com uma mensagem a respeito da volta do Senhor;
Þ   Confusão a respeito da 2a. vinda de Cristo leva alguns a abandonar seu emprego;
II Tessalonicenses
Þ   Não há nenhuma citação do A.T.;
Þ   É a menor das epístolas às igrejas;
Þ   I e II Ts refere-se a quase todas as doutrinas centrais da fé cristã;
Þ   I e II Ts são dois dos maiores trechos escatológicos no N.T.;
Comparações:
I Ts
II Ts
Consolar
Corrigir
Segunda Vinda
Segunda Vinda
Arrebatamento
Dia do Senhor

I Timóteo
Þ   É uma carta semelhante a de Tito;
Þ   I e II Tm e Tt são as únicas epístolas escritas a um único indivíduo;
Þ   Talvez Timóteo combateu uma heresia semelhante a que Paulo combateu em Colossenses;
Þ   I Tm e Tt é um manual de cuidados pastorais;
II Timóteo
Þ   É ao mesmo tempo uma das cartas mais triste e vitoriosa da Bíblia;
Þ   É a última das epístolas de Paulo antes de morrer;
Þ   Paulo garante a expansão do Evangelho através do discipulado;
Tito
Þ   Enfoca o trabalho do pastor de igreja (assim como I Tm);
Þ   Tito faz um trabalho em Creta, uma cidade moralmente com baixa reputação;
Þ   É o manual da doutrina cristã;
Þ   Temas: boas obras, sã doutrina, graça.
Filemon
Þ   Provavelmente a igreja se reunia na casa de Filêmon;
Þ   Não contém nenhum ensino teológico declarado;
Þ   É uma carta mais prática do que doutrinária

            Um estudo como este não encerra a importância de Paulo para a nossa Igreja. Cabe a cada um de nós nos debruçarmos sobre o grande testemunho deste homem que, ainda hoje, nos mostra com autenticidade a pessoa de Jesus Cristo.



1º VIAGEM

De Jerusalém: Paulo e Barnabé


ü Aconteceu em Antioquia: A comunidade estava reunida para uma celebração. De repente, “Celebrando eles o culto em honra do Senhor e jejuando, disse-lhes o Espírito Santo: ‘Separai para mim Barnabé e Saulo, para a obra á qual os destinei’. Então, depois de terem jejuando e orando, impuseram-lhes as mãos e despediram-nos. Enviados, pois pelo Espírito Santo, eles desceram até Selêunica, de onde navegaram para Chipre”. (At, 13, 2-4).

ü Na primeira viagem Paulo e Barnabé partem de Antioquia na Síria (13,1-3), de lá Salamina, na ilha de Chipre (13, 4-5). Atravessando a ilha e param em Pafos: onde ocorre um conflito com o mago (13,6-12). Sobem até Antioquia (Psídia): Discurso, conflito (13,13-52). Seguem para Icônia na Licaônia: conflito com os judeus (14,6-20). Alcançam Derbe que marca o lugar de retorno (14,20). Na volta, passsam por Derbe, Listra, Icônio e Antioquia (14,21-23). Fazem uma parada em Perge e, passando por Atália (14, 24-25), retornam para Antioquia na Síria (14,26-28).

 Fatos marcantes na primeira viagem


ü O conflito com a magia na ilha de Chipre e a intervenção da autoridade romana, favorável a Paulo e Barnabé (At 13,6-12)

ü O discurso em, Antioquia da Psídia e o conflito forte com os Judeus, o que marca a ida de Paulo para os pagãos (At 13,44-52). Cada uma das viagens tem um grande DISCURSO como chave de leitura, que revela a característica da atividade missionária de Paulo em cada viagem. O discurso é para os Judeus, foi pronunciado na Sinagoga de Antioquia da Psídia (At 13, 16 –41). Por meio dele, Paulo oferece uma chave de leitura para entender o sentido da história do Antigo Testamento, a partir da morte e ressurreição de Jesus.

ü O conflito em torno da religiosidade popular dos pagãos em Listra e o apedrejamento de Paulo, socorrido pela comunidade. (At 14, 11 –18).

ü A confirmação dos irmãos e das Irmãs, e a indicação de coordenadores ou anciãos nas comunidades recém fundadas. (At 14, 21 – 23).

ü  Durante a primeira viagem não se tem noticias de alguma carta que foi escrita por Paulo.

ü Na primeira viagem, Paulo fica perto de casa. Não sai da Ásia. Só anda pelas regiões que ele conhece: Cilícia, Panfília, Psídia. É a terra onde ele nasceu.

ü Na primeira viagem, Paulo não fica muito tempo no mesmo lugar, mas vai seguindo, de cidade em cidade. No inicio, o método é este: chegar a um lugar, anunciar o Evangelho, criar comunidade, e seguir em frente.

ü O concílio de Jerusalém (15, 5 –6)


2º VIAGEM

De Jerusalém: Paulo e Barnabé


ü O ponto de partida é Antioquia: briga com Barnabé (15,36-40). Percorrem Síria e Cilícia, confirmando as comunidades (15,41). Passam por Derbe e Listra, e levam consigo Timóteo (16,1-5). Entram na Frigia; não podem ir até a Ásia; passam, pela Galácia (16,6). Impedidos de ir até Bitínia, seguem para Mísia e Trôade (16,7-8). Um sonho os leva até Filipos na Macedônia: conflito (16, 9-40). Expulsos de lá, seguem para Tessalônica: conflito (17, 10-14). Expulsos, de lá chegam a Beréia: conflito (17, 10-14). Expulso, vai até Atenas: DISCURSO, conflito (17, 15-34). De lá, viaja para Corinto, onde ficam dezoito messes (18, 1-18). De Corinto, embarca para Éfeso, onde promete voltar (18, 19-21). Embarca para Cesaréia e Jerusalém (A Igreja) (18,22). Voltar para Antioquia na Síria (18,22).

Fatos marcantes na segunda viagem

ü Na segunda viagem, ele vai para além das fronteiras da Ásia, entra na Europa, mas não tem muita certeza quanto ao rumo a ser tomado.

ü A briga entre Paulo e Barnabé por causa de Marcos o que levou a uma separação dos dois amigos (At 15, 36 – 46). Paulo, então toma consigo Silas. Em Listra agrega a si Timóteo filho de um pagão com uma Judia (At 16, 1 – 4).

ü Na segunda viagem, ele continua andando de cidade em cidade, anunciando o Evangelho, criando comunidades, mas, ao mesmo tempo, já fica mais tempo num mesmo lugar: “um ano e seis messes” em Corinto (At 18,11).

ü Fundação da primeira comunidade na Europa, na cidade de Filipos, através de um grupo de mulheres, cuja coordenadora é Lídia (At 16, 11-15). O Evangelho é mal recebido na Europa: conflito, prisão, tortura (At 16, 16-40). Quem entrou na Europa foram: Paulo, Silas, Timóteo e certamente o autor dos Atos dos Apóstolos, pois ai começa as seções com nós. (At 16, 10-12)

ü Conflito crescente com os judeus. Eles sentem inveja diante do avanço das comunidades no meio dos pagãos (At 17,5); conseguem o apoio de uma parte importante da alta sociedade e dos poderes romanos contra os cristãos (At 17, 5-9. 13;18,5-17).

ü O discurso fracassado em Atenas (At 17, 32-34) e o conflito interno em Paulo. Desanimado, ele vai para Corinto (1Cor 2,3; 1Ts 3,7); aprende a confiar mais na cruz de Cristo do que na oratória (1Cor 2, 1-5).

ü O discurso é para os pagãos, foi anunciado no Areópago de Atenas, na Grécia (At 17, 22-31). Por meio dele, Paulo oferece uma chave de leitura para entender o sentido da criação; da vida e da cultura, a partir da fé em Deus, criador e juiz Universal, que ressuscitou Jesus.

ü Criação da comunidade de Corinto, onde Paulo permanece 18 meses (At 18, 1-18): comunidade problemática, que o faz sofrer muito e recebe dele várias cartas; por outro lado, ela o ajuda a madurecer e a crescer no conhecimento do mistério de Cristo.

ü Durante a 2º viagem, Paulo escreve as duas cartas para os tessalonicenses. Dos endereçados que vão receber as outras cartas, já aparecem, nesta segunda viagem, os filipenses, os coríntios e os efésios. Faltam só os romanos e os Colossenses. Dos amigos que recebem cartas, já apareceu Timótio. Faltam aparecer Tito e Filemon.

FIQUEM NA PAZ DE DEUS!
SEMINARISTAS SEVERINO DA SILVA.

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